domingo, 30 de agosto de 2009

Mulheres de Conteúdo

2 comentários

Ler Ouvindo:

Pink - Stupid Girls


Found at skreemr.com

Em Junho desse ano, uma professora de primário de 28 anos, Jacqueline C., estava em uma boate noturna e resolveu 'se divertir'. Subiu no palco e dançou a coreografia da música "Todo Enfiado" da banda O Troco, com direito ao cantor puxando sua calcinha ao ponto da mulher ficar totalmente exposta. Mas ela continuou dançando. Sua performance, porém, foi gravada por um punhado de celulares e logo, logo estava no YouTube. Agora, ela foi demitida do colégio que ensinava e teve que se mudar, pois estava sendo ridicularizada no bairro onde morava.

Desde então, começou um discussão sobre a demissão sendo justa ou não. Eu não quero entrar nessa discussão, mas quem quiser saber mais pode ver aqui ou em qualquer lugar no google, é só procurar "Professora Baiana" ou "Professora de Salvador". O vídeo, para os curiosos, é esse.

O que mais me deixa de cara nessa história é o ponto que a mulher está se submetendo sem dar a minima, ou pior: gostando de estar lá!

É vergonhoso ver que, mesmo depois de tantas batalhas por igualdade, ainda existam mulheres dispotas a se submeter a esse papel. Séculos de tratamentos machistas renovados. E essa atitude parece estar se espalhando por todo o mundo.

É comum ver as mulheres aceitando um papel degradante sem reclamar, vide as músicas de Pagode, Funk, Hip-Hop e derivados.


Se essas mulheres não estão se valorizando, como esperam que alguém as valorize? Mulheres que se aceitam como objeto sexual, gostosona e submissa é o que não falta por aí. O que muitos de nós buscam em uma mulher é o humor, a inteligência, a confiança, ao invés do tamanho do quadril.

Essas mulheres, sim, são as que valem a pena correr atrás. É um pensamente simples: Uma mulher assim não tem um conceito erroneo do que vai lhes proporcionar uma vida feliz, e sabem o que estão fazendo, tanto com elas mesmas quanto com aquele que está com eles.

Esse post serve como conclusão para o meu post anterior, "Bendito Fruto". Assim como nós vivemos para as mulheres, não adianta que aquilo se aplica a TODAS as mulheres. Aquele toque especial que nós tantos apreciamos é a primeira coisa que se perde no momento que uma mulher aceita subir em um palco e dançar "Todo Enfiado". Machistas de plantão, falem o quiser, mas é isso o que eu acho. Claro que todos levamos a beleza fisica da mulher em conta, em um nível ou outro, mas alguns sabem decidir a sua prioridade. Se vocês preferem uma mulher que não vai ter problema em fazer sexo selvagem com você (e, provavelmente, com o vizinho, o porteiro, o carteiro, o irmão...) do que uma que pode passar horas a fio conversando com você sem que nenhum dos dois se canse, nada tema. É mais fácil achar uma dessas do que você acha. Melhor para nós, que ainda valorizamos as mulheres que se valorizam.

Por: F.B.D.C

sábado, 29 de agosto de 2009

Valeu Dona Geo

1 comentários


eu rí pacas.

Tão criativo quanto o casamento...

1 comentários


Foi esse divorcio!
pra quem não percebeu, isso foi uma gozação com o casamento dançante, ficadica

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Bendito Fruto

4 comentários


Katy Perry - Hot N Cold
Found at skreemr.com


Nós, homens, somos masoquistas por natureza. Definitivamente nós temos uma tendência a apreciar o sofrimento. Isso explicaria muitas coisas. Principalmente o porquê de nós insistirmos indo atrás das mulheres, mesmo sabendo que isso não dá certo.

Mulher é um bicho estranho. Tão estranho que, até hoje, ninguém (e eu boto ênfase no ninguém) conseguiu entender o que se passa dentro das cabeças delas, nem elas mesmas. Quando nós, tolos, achamos que estamos começando a decifrá-las, elas nos surpreendem de novo. Só o Mel Gibson para saber o que elas pensam.

Quando somos pequenos, sim, a coisa é mais simples. As meninas brincam de boneca, os meninos de bola. É simples, prático! Às vezes até se misturam para brincar de esconde-esconde. E o pior é que, vez ou outra nosso instinto masculino nos deixava trapacear para agradar uma guriazinha (pelo menos isso não muda com o tempo). Mas ainda assim, era cada um no seu canto. E então chega a puberdade e... Que diabos? ELA estudou comigo todos esses anos e eu nunca reparei? Aquelas pentelhas agora se tornaram pentelhas com algo a mais. Mal sabíamos nós como estávamos perdidos. Nos anos seguintes, nossas vidas giram em torno delas e nós apanhamos muito, sem exceções. Até o mais pegador já levou sua cota de foras. Mas nós insistimos.

E fazer o que? Nada. Por mais incrível que pareça, o homem consegue ser uma criatura paciente e meticulosa quando é do seu interesse (leia: quando mulheres estão envolvidas). Nem que seja naqueles dias do mês que nem elas mesmas se aturam.

Porque, então, nós nos submetemos a isso? Porque arriscamos fama e fortuna por elas?

A resposta é simples. A maneira como elas riem. Como elas choram e nós não conseguimos resistir. Como elas andam e sentam como se fossem feitas de ar, de uma maneira que homem algum consegue reproduzir. Como elas podem ser tão frágeis que precisam de nós ao lado delas, ou tão independentes que nós nos sentimos um peso. Todo tipo de bobagem.

Sem elas não existiria a arte, já que elas foram à inspiração para o primeiro assim como será para o ultimo artista. Até para o homem menos artístico do mundo, é a melhor das inspirações.

Batalhas foram vencidas, e agora as mulheres também começam a mandar nos homens fora de casa. Nós somos otários mesmo. Sem querer ser machista aqui, mas nós não temos mais nenhum lugar onde possamos mandar? Daqui a pouco até no futebol vamos apanhar. Não é Marta? Nós queremos um lugar onde possamos botar moral! Mas a quem queremos enganar? Na hora que elas olharem para nós e pedirem com aquele jeito que só mulher sabe fazer, quem disse que vamos ter como negar qualquer coisa?

Geração após geração, milênios depois, ainda é a mesma loucura. É o clássico cenário da relação “amor e ódio”. Não da para entender, mas também não sabemos como viver sem elas.


Por: F.B.D.C

terça-feira, 25 de agosto de 2009

O importante é o que está dentro de você

0 comentários

10K

0 comentários


Liguei meu som, comecei a me aquecer e tentei vizualizar o final, obviamente não deu. Então segui meu caminho. Os primeiros 15 minutos são os piores, porque achamos que nunca vai acabar.

Depois de certos acontecimentos eu esqueço do tempo ou de quão distante é o final e aproveito o caminho. A musica ajuda e eu mantenho meu ritmo; nem devagar, nem rapido demais.

A dor aparece de acordo do meu afastamento do ponto inicial e mesmo assim, continuo. É importante continuar, é importante traçar uma meta e cumprir ela. A musica fica mais rapida e eu acabo me acostumando com a dor.

Após todo o caminho que já deixei para traz, finalmente vizualizo o fim. Não tenho mais forças para continuar, me sinto desgastado e penso; seria melhor diminuir.

Me ignoro e arranjo força de deus sabe onde, para continuar. Em vez de diminuir eu acelero, ultrapasso a linha de chegada e pouco me importo quanto tempo demorou.

Todo o percurso é fantastico e o final me faz sentir vivo e orgulhoso de mim mesmo por ter cumprido meu objetivo.

Correr é muito bom

domingo, 23 de agosto de 2009

Domingo de Chuva

0 comentários

É a preguiça basica do domingo atacando novamente.
Novas postagens mais tarde.
Ou não.

Teste de Atenção

0 comentários


É facil deixar passar coisas pelas quais não estamos procurando

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Quem é Você?

1 comentários

Ler ouvindo:

Audioslave - Be Yourself


Found at skreemr.com

No meu post anterior eu comentei sobre a escolha que você encara quando, na entrada na faculdade, precisar decidir entre o conforto de casa e a liberdade fora dela. Essa escolha irá afetar sua vida em vários aspectos diferentes, mas não é nem de perto a única coisa que vai mudar quando você entrar na faculdade.

Estamos acostumados desde pequeno na escola (mesmo que inconscientemente) a sermos aceitos da maneira que somos vistos. De algumas porções de adjetivos, logo nós procuramos um (ou alguém nos força dentro deles) para encontrar o conforto do conhecido. Nerd, Patricinha, Surfista, Emos, Solitários, o que seja. Eventualmente todos se acomodam em uma categoria.

Isso me remete, porém, a uma frase interessante:

“Não é quem eu sou por dentro, mas o que eu faço que me define.”

De certa forma, essa frase está completamente certa. Por dentro, cada um é diferente, e é um individuo com suas dores, suas paixões e sua duvidas. Mas o corpo não é feito de vidro, e quem nós somos por dentro não é visível a menos que nós nos façamos mostrar. Ninguém conhece você de verdade; conhece apenas a pessoa que você mostra para o mundo.

Ninguém pode decidir o que somos por nós. Sejam rótulos positivos ou negativos, se deixar levar pelas fofocas do colégio e assumir a postura que esperam que você assuma só leva a uma inevitável perda de personalidade.

Assim, dentro do colégio e durante grande parte da adolescência, nos deixamos ser rotulados pelos olhos dos outros, aceitando pacatamente o que nos foi imposto. Mas agora é a chance de mudar.

A partir de agora, entrando no mundo “adulto”, você tem a chance de começar de novo, se livrar das idéias que grudaram na sua cara, nas suas roupas e nos seus jeitos e se transformar em que você quiser ser, ou melhor: se transformar em você mesmo. Agora o seu “eu” do colégio muda em outra pessoa, que você vai escolher a forma sem a influência dos outros.

Lembre-se: Você não é o que as pessoas dizem. Você é apenas aquele que você quer ser, aquele que você escolheu para mostrar ao mundo. Acolha essa chance. Mude. Inove. Surpreenda-se com você mesmo.

Por: F.B.D.C

O Invencivel Bolt

0 comentários

O jamaicano Usain Bolt voltou a fazer história no Mundial de Atletismo. Depois da vitória e do recorde nos 100 mestros rasos, o velocista repetiu a dobradinha dos Jogos Olímpicos de Pequim e venceu, com sobras, os 200m nesta quinta-feira, 20, na pista de Berlim.

Além disso, ele estabeleceu um novo recorde mundial ao cravar o tempo de 19s19. O jamaicano melhorou em 11 centésimos a marca de 19s30 que ele mesmo tinha cravado em 2008.

Com o resultado, ele garantiu sua segunda medalha de ouro na competição, seguido por Alonso Edward (Panamá) e Wallace Speramon (EUA), prata e bronze, respectivamente.

Logo após vencer a final, o jamaicano afirmou que realmente não sabe mais quais são os seus limites."Eu não sei onde posso parar, só tento correr o mais rápido possível. É um momento muito especial para mim", disse.

Agora, resta ao atleta jamaicano vencer o revezamento por 4 x 100 metros, com novo recorde mundial, para repetir o desempenho da última Olimpíada.

Na véspera de completar 23 anos, Bolt dominou a prova desde os primeiros metros. Já na curva não via adversários ao seu lado e correu tranquilamente para a vitória.

Nos metros finais, olhou para o relógio, teve a certeza de que quebraria mais um recorde mundial e abriu o carismático sorriso. Depois disso, restaram as poses para fotos, ao lado da nova marca mundial.

Bolt já havia demonstrado sua superioridade nas outras etapas dos 200m, quando venceu todas as disputas e se deu ao luxo de sempre diminuir o ritmo nos metros finais.

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

E Agora?

1 comentários


Ler ouvindo:
Blink 182 - What's My Age Again
Found at skreemr.com


Fora do Brasil, isso é bem comum. Você se forma no colégio e sai da casa para cursar a faculdade, entrando um pouco mais cedo e mais rapidamente no mundo adulto, longe de casa e de sua família. Por aqui, a coisa é diferente. Com uma faculdade a cada esquina, ninguém precisa ir para lugar algum se não quiser. Mas e se ele quiser, ou até precisar?

Ao sair de casa, é preciso estar pronto para abrir mão (pelo menos parcialmente) dos amigos que foram conquistados ao longo dos anos, de possíveis namorados (as), do aconchego da família e do conforto de casa. Como começar uma vida nova do zero, e desta vez, você já está um passo mais próximo de se tornar um adulto e já precisa tomar conta de si mesmo.

Longe de casa, é cada um por si. Não tem mais quem lhe dê cobertura caso você faça merda. Chega à hora de começar a pensar em um emprego de meio período, mesmo que continue recebendo mesada. Afinal, caso a mesada acabe, vai ficar difícil pedir dinheiro emprestado para os pais. O futuro bate mais cedo a porta, com todas as responsabilidades na bagagem. Porém, as vantagens não ficam logo atrás. Agora você já é responsável por si mesmo, o que significa que já pode tomar mais decisões e fazer muito mais do que antes, sem dever satisfação a ninguém. Você já é (quase) dono de si mesmo. Apenas mais alguns anos.

O que fazer, então? Nem todos têm a opção de cursar uma faculdade longe de casa, então quando nos encontramos diante de uma escolha dessas, é preciso balancear todos os prós e contras. É algo que vai mudar o seu futuro. O tempo passa e as coisas mudam, não há como evitar. Todos crescem. É uma questão de saber se você está pronto para adiantar esse processo, trazendo tudo de bom e de ruim junto. Se você está pronto para sair da sua zona de conforto e encarar o mundo que está te encarando do lado de fora da porta.

Por: F.B.D.C



Featured